Barbara Gancia

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Sobre a Barbara

foto19.jpg Vencedora de oito prêmios Pulitzer e cinco prêmios Esso, Barbara Gancia ajudou Guttemberg a dar os toques finais na impressão da primeira Bíblia. Ela também costuma viajar na maionese e, por conta desse pequeno cacoete, vamos ter de recomeçar este resumo biográfico do zero.

Segunda tentativa:

Barbara Gancia, nasceu em São Paulo em 10 de outubro de 1957 e abraçou e beijou o jornalismo em 1983, mas nem por isso foi indiciada por assédio sexual.

Mesmo sem nunca ter conseguido um furo jornalístico na vida, Barbara assina colunas no jornal “Folha de S. Paulo” desde 1984. A única consagração formal veio em 1989, quando obteve um Prêmio Abril por uma reportagem sobre beleza, publicada na revista “Elle”. É brincadeira?

Bem, chega de auto-flagelação. Aos fatos: Barbara começou escrevendo em uma revista de pequena circulação, a “Around”, e em 1984 foi convidada a assinar uma coluna na Folha Ilustrada.

Trabalhou em seguida no jornal “O Estado de S.Paulo”, no “Pasquim - Edição São Paulo”, nas revistas “Vogue”, “Status” e “Elle”.

Em 1991 voltou para a Folha e hoje assina três colunas no jornal: no caderno Cotidiano, às sextas-feiras, Barbaridades & Extravagâncias, na “Serafina”, e a domingueira Barbara Responde, na “Revista da Folha”, em que responde de forma pouco ortodoxa às perguntas dos leitores.

Barbara também é apresentadora do canal Bandsports e colunista da Bandnews FM.

A jornalista é filha do ex-piloto Piero Gancia, primeiro campeão brasileiro de automobilismo (em 1966), e de Lulla Gancia, uma das poucas mulheres a correr de automóvel nos anos 60.

Pacheco Pafúcio

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